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O dia 22/09 é tido como o Dia do Rio Tietê. Às vésperas dessa data, a Fundação SOS Mata Atlântica divulgou o estudo “Observando o Tietê”, que aponta resultados preocupantes para a qualidade do maior rio paulista.
O número de pontos monitorados classificados como “água de boa qualidade” teve uma redução significativa, caindo de três para apenas um. A maioria dos pontos se manteve nas categorias “regular”, “ruim” ou “péssima” e não houve pontos classificados como “ótima”. Segundo os realizadores do estudo, a situação expõe os problemas do saneamento básico no estado de São Paulo.
(Adaptado de: SOS Mata Atlântica. Disponível em: https://www.sosma.org.br)
O fator capaz de diminuir a qualidade das águas do rio Tietê é
a descarga de misturas ricas em fosfatos e nitratos.
o desassoreamento do leito em épocas de enchentes.
a criação de parques lineares em regiões de nascentes.
a liberação de esgoto doméstico rico em iodetos e cloretos.
a liberação de esgoto doméstico eutrofizado por bactérias.
A queda na qualidade da água do Rio Tietê, de acordo com o enunciado, está atrelada a problemas de saneamento básico, ou seja, ao despejo de esgoto doméstico sem tratamento no curso da água.
O esgoto doméstico não tratado contém, além de matéria orgânica, nitratos e fosfatos que, quando disponibilizados em grandes concentrações no ecossistema aquático, favorecem a proliferação excessiva de algas, evento inicial do fenômeno conhecido como eutrofização.
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