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Nos períodos chuvosos do ano são frequentes os movimentos de massa. No esquema a seguir, que ilustra tal situação, foram omitidos os processos naturais indicados pelos números e , que completariam corretamente as respectivas lacunas.

(www.nexojornal.com.br. Adaptado.)
A declividade percentual de uma encosta, calculada pela razão entre sua componente vertical e sua componente horizontal, além do tipo de material de que é composta, são fatores que podem causar instabilidade e deslizamentos. A imagem a seguir mostra ângulos de repouso, que representam o ângulo máximo que o talude de um material inconsolidado pode ter sem desabar, para dois tipos de materiais de uma encosta.

(www.nexojornal.com.br. Adaptado.)
Considere os dados:

Sem que se saiba exatamente se uma encosta é composta de partículas menores ou maiores, a declividade percentual máxima para que ela não seja suscetível ao movimento de massa e os processos naturais indicados pelos números e são, respectivamente:
Sem que se saiba exatamente se uma encosta é composta de partículas menores ou maiores, deve-se dar preferência para um ângulo de repouso menor. A declividade percentual de uma encosta é dada pela tangente do ângulo de repouso. Logo, analisando a tabela fornecida pelo enunciado e de posse da informação de que o menor ângulo de repouso é de 35°, conclui-se que a declividade percentual máxima é dada por:
.
Também é preciso analisar que os movimentos de massa correspondem a fenômenos multifatoriais, em que a combinação de elementos, como altas declividades, elevado volume de precipitações, retirada da vegetação e impermeabilização do solo, atuam em conjunto colocando em risco a integridade do relevo e a vida das pessoas que ocupam morros e encostas. O início desse processo se dá por meio do intemperismo, isto é, a alteração das rochas a partir de agentes externos como a chuva, seguido pelo processo erosivo, responsável pela remoção e pelo transporte desse material das áreas mais altas para as mais baixas do relevo.
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