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A tomografia por emissão de pósitrons (PET) é um exame de diagnóstico por imagem, utilizado na medicina nuclear, para estudar a atividade metabólica de tecidos e órgãos. Nesse procedimento, o paciente recebe um radiofármaco que emite pósitrons. Quando um desses pósitrons encontra um elétron presente nos tecidos do corpo, ocorre um processo de aniquilação entre matéria e antimatéria. Nesse processo, as duas partículas (pósitron e elétron) desaparecem e suas massas de repouso são convertidas em energia, originando dois fótons que têm momentos de mesmos módulos e sentidos opostos, sendo detectados pelos sensores do equipamento e usados para formar a imagem do exame.
A ordem de grandeza da frequência mínima de cada fóton criado é, em Hz, igual a
A energia mecânica de repouso de cada partícula é dada por . Como duas partículas de massas iguais se aniquilam para formar dois fótons simétricos, a energia de cada fóton gerado é exatamente igual à energia de repouso de uma única partícula:
Usando que, para o fóton, E = hf, isola-se a frequência mínima:
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