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As Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) vêm crescendo muito nos últimos anos em Minas Gerais. Leandro Curi, infectologista do Hospital Semper, ressalta que creditar esse aumento apenas ao sexo sem o uso de preservativos é uma atitude simplória. “Infelizmente, não temos observado, nos últimos tempos, campanhas maciças na mídia a respeito da prevenção das ISTs. Geralmente, elas se limitam ao uso do preservativo no Carnaval, mas nem nesse período têm sido robustas”.
(www.em.com.br, 13.02.2023. Adaptado.)
As ISTs podem ser identificadas por sintomas característicos, como na
tricomoníase, protozoose que provoca dor na pele, produção de pus e o aparecimento de verrugas genitais.
gonorreia, virose que provoca inflamação do útero, da uretra, verrugas nos genitais e ardência ao urinar.
candidíase vaginal, micose que provoca coceira na vagina, ardência e formação de corrimento espesso e branco.
herpes genital, virose que provoca prurido, pequenas bolhas e ulcerações na pele de todo o corpo conhecidas como cancro duro.
sífilis, bacteriose que provoca feridas dolorosas, moles e que progridem para lesões genitais em forma de verrugas altas.
A banca examinadora considerou candidíase vaginal como uma modalidade de IST. Causada por fungo (micose), provoca ardência e corrimento.
As demais alternativas apresentam como principais erros:
– tricomoníase não gera verrugas;
– gonorreia não é virose e não provoca verrugas;
– herpes genital não tem lesões distribuídas por todo o corpo, e as lesões não correspondem ao cancro duro;
– sífilis não gera verrugas.
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