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Leia o texto para responder às questões 26 e 27.
Na década de 1960, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aplicou, por via aérea, o inseticida DDT em extensas áreas da Ilha de Bornéu para combater pernilongos que transmitiam a malária. Inicialmente, houve redução do número de casos da malária. Entretanto, esse inseticida afetou outros insetos, como abelhas, besouros e baratas. Os que não chegavam a morrer eram contaminados pelo DDT e tinham menor possibilidade de fugir de seus predadores: os lagartos. Ao ingerir esses insetos, os lagartos também eram contaminados e ficavam mais lentos, tornando-se presas fáceis dos gatos, seus predadores. Ao ingerir os lagartos contaminados, os gatos acabavam morrendo. Como resultado, a população de ratos na ilha começou a aumentar, pois a quantidade de seus predadores havia diminuído.
(Sônia Lopes e Sergio Rosso. Bio, 2013. Adaptado.)
Nas relações tróficas entre ratos, abelhas, gatos e lagartos, os consumidores primários e os consumidores terciários são, respectivamente,
os ratos e as abelhas.
as abelhas e os gatos.
as abelhas e os lagartos.
os lagartos e os ratos.
os gatos e os ratos.
Nas relações tróficas entre ratos, abelhas, gatos e lagartos, as abelhas são consumidores primários, pois se alimentam de pólen e néctar das flores (produtores), e os gatos são consumidores terciários, pois se alimentam de lagartos (consumidores secundários).
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