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O ano de 2026 marca o início de uma transição histórica para o federalismo brasileiro. A implementação da reforma tributária não é apenas uma mudança de alíquotas ou sistemas, mas também representa uma alteração profunda na forma como os estados promovem o crescimento econômico. Com o fim gradual dos incentivos fiscais como principal ferramenta de atração de investimentos, surge um novo protagonista na gestão pública: o planejamento estratégico de longo prazo, marcado pela criação de um fundo nacional que será o motor de novos investimentos em infraestrutura e inovações tecnológicas nos estados.
(Fabrício Marques. www.cnnbrasil.com.br, 15.04.2026. Adaptado.)
Considerando o excerto, a reforma tributária será uma oportunidade para
a governança nas políticas públicas, que institui medidas de transparência tributária e participação decisória do cidadão.
a redução das disparidades regionais, que promove o equilíbrio socioeconômico e os direitos fundamentais da população.
a guerra fiscal, que fomenta as iniciativas neoliberais do Estado e as vantagens competitivas da iniciativa privada.
a economia de aglomeração, que partilha o valor dos impostos entre os locais de produção e de consumo das mercadorias.
a desconcentração produtiva, que induz a dispersão espacial das atividades fabris e a concentração das atividades de serviço.
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