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O potencial hídrico é uma medida da energia livre da água em um sistema. Esse potencial indica a tendência da água se mover de um lugar para outro, ou seja, de regiões com maior potencial hídrico para regiões com menor potencial hídrico. O gráfico mostra as alterações fisiológicas produzidas pela desidratação em relação ao potencial hídrico, aferido em megapascal (MPa), em três grupos de plantas: bem regadas, em estresse hídrico suave e de clima desértico.

(Antonio Torres García et al. Fisiologia Vegetal, volume I. Adaptado.)
a) Em qual dos três grupos de plantas indicadas no gráfico as células apresentam maior turgescência? Por que, mesmo em potenciais hídricos menores que –2 MPa, a transpiração foliar nas plantas não cessa?
b) Qual a ação do ABA sobre o fluxo de íons potássio nas células estomáticas? Por que a taxa fotossintética diminui sob efeito do ABA em plantas submetidas ao potencial hídrico entre –1 e –2 MPa?
a) As células com maior turgescência ocorrem nas plantas bem regadas, pois apresentam maior potencial hídrico, favorecendo a entrada de água por osmose. A transpiração não cessa mesmo abaixo de −2 MPa porque o transporte de seiva bruta é contínuo e não cessa. A água continua sendo transportada para as folhas, e a transpiração segue ocorrendo.
b) O ácido abscísico (ABA) promove o fechamento estomático ao inibir a entrada de íons potássio nas células-guarda, reduzindo seu potencial osmótico e causando perda de água, resultando em células murchas. A fotossíntese cai em valores de potencial hídrico baixos porque o fechamento estomático limita a entrada de CO₂, reduzindo a taxa fotossintética, mesmo que ainda haja alguma água disponível no tecido.
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