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A corte era um mundo em si mesmo; mas um mundo no qual todas as duras realidades da vida eram mostradas numa lente de diminuição e ampliadas todas as suas frivolidades. O prazer era um dever, o ócio, um serviço, e o trabalho honesto, a mais mesquinha forma de degradação. Para tornar-se aceitável na corte barroca, era necessário que um objeto ou uma função mostrasse características de exótica inutilidade.
Lewis Mumford. A Cidade na História. v.2. Belo Horizonte: Itatiaia, 1965.
De acordo com o texto,
a estética barroca presente nos templos protestantes empregava ornamentação excessiva.
a valorização do ócio pela nobreza era um símbolo de distinção e de status no Antigo Regime.
a corte barroca traduzia os ideais iluministas, ao valorizar o trabalho honesto como base da organização estatal.
a nobreza vivia de forma independente e anárquica nos palácios.
a superioridade da nobreza se revelava pelo despojamento e moral ascética.
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