Fique por dentro das novidades
Inscreva-se em nossa newsletter para receber atualizações sobre novas resoluções, dicas de estudo e informações que vão fazer a diferença na sua preparação!
Questão ativa
Já visualizadas
Não visualizadas
Resolução pendente
Questão anulada
Sem alternativas

Leia a transcrição da apresentação ao vivo de um spoken word poem, da artista Ruth Elora.

(Apresentação de Ruth Elora no “Tell’em Festival” em Rotterdam. Vídeo publicado no canal “The Mayfair Poet” do YouTube. Transcrição adaptada de https://www.youtube. com/watch?v=GTRCN2T-UxA. Acesso em 08/05/2026.)
No poema, a autora recorre
à metáfora da coroa para se referir ao sofrimento infringido às pessoas no continente africano.
ao emprego de verbos no presente simples para se referir à persistência e à opressão das violências coloniais no continente africano.
à personificação da África para representar um corpo que perdeu suas raízes africanas.
a alternâncias entre verbos que, no passado e particípio, representam traumas, e verbos que, no presente simples, demonstram a resistência.
D) Correta. No poema, verbos como “stripped” (retirado), “erased” (apagado), “burned” (queimado) e “buried” (enterrado) representam as violências e os traumas históricos sofridos pelo continente africano. Em contraste, “breathes” (respira), “births” (gera), “dances” (dança) e “rise” (erguemo-nos) expressam a força, a resistência e a continuidade do povo africano.
A) Incorreta. A coroa não representa o sofrimento, mas a dignidade, a justiça e a valorização da identidade africana. Isso fica evidente em “Not gold but grace. Not jewels but justice” (Não ouro, mas graça. Não joias, mas justiça).
B) Incorreta. Os verbos no presente simples representam principalmente a resistência e a continuidade da vida, e não a opressão colonial. As violências históricas são expressas sobretudo por verbos como “stripped” e “erased”.
C) Incorreta. Há personificação da África, pois ela é apresentada como uma figura feminina que respira, gera e dança. Porém, essa figura não perdeu suas raízes africanas: o poema enfatiza a conexão com a ancestralidade, como em “I carry her in my marrow” (Eu a carrego na minha medula).
Inscreva-se em nossa newsletter para receber atualizações sobre novas resoluções, dicas de estudo e informações que vão fazer a diferença na sua preparação!