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A figura representa esquematicamente um guindaste em equilíbrio quando está sendo aplicada uma força P na junção C.
Dado:
Observação:
Para esse guindaste:
a) Sejam e as forças que os apoios A e B fazem sobre o guindaste.
Note que a única barra conectada em B é vertical. Logo, não há fonte de esforço horizontal. Assim, .
Equilíbrio do guindaste inteiro:
Equilíbrio rotacional do guindaste em relação ao apoio B:
(II) em (I):
Portanto:
b) Suponha que as barras estejam todas tracionadas, isto é, que a barra puxa o nó e o nó puxa a barra. Se a força através da barra for positiva, ela de fato estará tracionada; se for negativa, estará comprimida. Note que a barra inclinada tem projeção vertical 4 e horizontal 3; logo, faz um ângulo agudo com a horizontal, tal que e .

Equilíbrio do nó C:
Equilíbrio do nó F:
Equilíbrio do nó D:
Equilíbrio do nó E:
Em resumo:
c) Note que , ou seja, não sobra nada para suportar. Porém, isso vale apenas para a situação do enunciado. No caso geral, a barra AE tem duas utilidades:
(i) Para outra distribuição de esforços sobre o guindaste, seria possível ter .
(ii) Independentemente do valor de , a barra garante a rigidez da estrutura. Se não houvesse conexão entre os nós e , o quadrilátero ADEB funcionaria como um paralelogramo articulado e poderia se deformar, fazendo o guindaste balançar lateralmente.
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