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Durante o século XX, as transformações na estrutura produtiva mundial resultaram na gradual expansão do toyotismo, que pro-moveu mudanças profundas nas práticas e concepções empresariais em relação ao sistema de produção fordista. Uma diferença fundamental entre estes sistemas de produção é:
No sistema toyotista, a produção é fundamentalmente verticalizada, ao contrário do que ocorre no fordismo, cuja horizontalidade é dada pela subcontratação e terceirização dos serviços para outras empresas.
A produção fordista baseia-se no trabalho em equipe, com o desempenho de múltiplas funções pelos trabalhadores, ao contrário do caráter parcelar do trabalho no toyotismo.
Os estoques fordistas são muito reduzidos em comparação aos do toyotismo, tendo em vista o aproveitamento do tempo de produção através do just in time.
No toyotismo, a produção vincula-se à demanda, com o fim de atender as exigências mais individualizadas do mercado consumidor, sendo oposta, portanto, à homogeneidade do fordismo.
Enquanto o toyotismo despreza a formação e as iniciativas dos trabalhadores, o modelo fordista procura fazer o contrário, incentivando sua autonomia e desenvolvimento intelectual.
A questão contrapõe dois modelos de produção: o fordismo (meados do século XIX e século XX) e o Toyotismo (a partir da década de 1950). Uma das características fundamentais do modelo japonês, que ganhou amplo reconhecimento mundial, é a ênfase na produção pautada pela demanda – reduzindo estoques, desperdícios; assim como tendo como horizonte às variações do mercado.
Esse caminho é o oposto daquele iniciado por Ford, em que a produção tem caráter padronizado, seriado e de estocagem.
A alternativa A inverte as características da verticalização e da terceirização; B atribui ao fordismo características polivalentes encontradas no toyotismo; C e E invertem a relação entre os estoques dos dois modelos e a participação e a multifuncionalidade dos trabalhadores, embora isso não signifique necessariamente maior autonomia efetiva.
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