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Diferentes tipos de uso de telas afetam de forma distinta o cérebro e o comportamento de jovens adultos, aponta uma nova pesquisa realizada por uma universidade na Austrália. O estudo revelou que assistir à TV e jogar videogame estão associados ao aumento do foco, enquanto o uso de redes sociais provoca queda na atenção e mudanças negativas no humor.
De acordo com a neurocientista responsável pelo estudo, até mesmo uma exposição curta – de apenas três minutos – às telas foi suficiente para provocar alterações em humor, energia, tensão, foco e felicidade entre os participantes, todos com idades entre 18 e 25 anos. "Essas descobertas sugerem que tipos interativos de entretenimento realmente deixam o cérebro mais envolvido", explica a pesquisadora. Nos testes, os jogos demonstraram melhorar o foco e estimular maior esforço cognitivo. Já as redes sociais provocaram o efeito contrário: os voluntários relataram menor concentração, o que foi confirmado pela redução da atividade cerebral registrada.
Por fim, a equipe da universidade ressalta que o tempo de tela não deve ser visto apenas de forma negativa. Além de proporcionar lazer e relaxamento, a tecnologia pode favorecer conexões sociais e melhorar resultados educacionais. "O importante é ter consciência de como cada tipo de atividade impacta o cérebro. As telas não são o problema em si, mas precisamos fazer escolhas que realmente funcionem para cada jovem", conclui a neurocientista.
BASTOS, Nicoly. Disponível em: www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 21 set. 2025 (adaptado).
Em relação ao uso de telas por parte dos jovens, a reflexão desenvolvida nesse texto defende o(a)
hábito de assistir a programas de TV.
socialização por meio de jogos digitais.
equilíbrio no uso das tecnologias digitais.
emprego de tecnologias em práticas pedagógicas.
prática de atividades de maior demanda cognitiva.
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