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Entre os séculos XVII e XVIII, acreditava-se que materiais combustíveis continham uma substância denominada flogisto, termo de origem grega associado à ideia de “inflamável”, que seria liberada durante a queima. Essa teoria começou a ruir quando Antoine Lavoisier demonstrou experimentalmente que, embora a combustão de materiais orgânicos provocasse perda de massa, para materiais metálicos ocorria ganho de massa, contrariando a noção de perda de substância associada ao flogisto. A partir desses experimentos, foi possível compreender a combustão como um processo químico.
Essas observações permitiram compreender a natureza do processo de combustão, pois a reação de combustão de um combustível orgânico é
uma reação de decomposição endotérmica que gera compostos mais voláteis.
uma reação de redução do combustível, diminuindo sua quantidade e reduzindo a massa.
um processo de oxidação do combustível pelo oxigênio, gerando produtos que possuem natureza química distintas.
um equilíbrio químico reversível que pode influenciar a mudança de massa do processo em ambos os sentidos.
uma reação exotérmica na qual a liberação de energia faz com que a massa total dos reagentes seja reduzida.
Combustão completa do etanol:
Na combustão do etanol, ocorre uma reação de oxirredução. O carbono apresenta NOX médio igual a −2 no etanol e passa a +4 no , caracterizando a oxidação (aumento do NOX).
Nesse processo, o etanol reage com o oxigênio, formando novas substâncias, como dióxido de carbono () e água ().
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