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Existe um conflito fundamental na cosmologia contemporânea sobre a taxa de expansão do universo, conhecido como a “Tensão de Hubble”. Ao ler um artigo de divulgação científica sobre o tema, um estudante descobriu que dois métodos científicos robustos e confiáveis apresentam resultados discrepantes para o valor dessa taxa, conhecida como Constante de Hubble :
O artigo conclui que essa discrepância não configura um simples erro de calibração ou cálculo, mas sim de uma “crise na cosmologia” que pode exigir o desenvolvimento de uma “Nova Física” para reconciliar os modelos teóricos fundamentais com as observações práticas.
Com base na interpretação dessas informações e nos princípios da divulgação científica confiável, assinale a alternativa que apresenta a análise mais coerente sobre a consistência dos argumentos e a natureza dos dados apresentados.
A conclusão de que existe uma “crise na cosmologia” é um exagero dos cientistas, pois a diferença entre 67 e 73 é pequena e seria correto usar a média aritmética entre os dois valores.
O método A é o único correto porque cálculos matemáticos não falham. O método B, por sua vez, deve ser descartado por ser baseado apenas em “olhar para o céu”, um processo sujeito a erros humanos e opiniões dos astrônomos.
A existência de uma “tensão” sugere que o Modelo Padrão da Cosmologia pode estar incompleto, indicando que a ciência avança justamente por meio da identificação de lacunas entre previsões teóricas (método A) e observações diretas (método B).
O texto perde sua credibilidade científica ao sugerir uma “Nova Física”, visto que as leis da natureza são imutáveis e qualquer diferença de dados deve ser interpretada como falha humana ou instrumental.
A expansão do universo é um fenômeno teórico que não pode ser validado por medidas diretas. Dessa forma, não há relevância na abordagem observacional empírica, o que invalida o método B.
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